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O mundo em fatias - as maravilhas da ultraestrutura

Quando nós precisamos observar as organelas celulares (estruturas localizadas dentro das células), usamos técnicas específicas para enxergá-las através do microscópio eletrônico de transmissão.


Assim, estruturas com dimensões de unidades pequenas, como por exemplo, o nanômetro (unidade de comprimento equivalente à bilionésima parte de um metro, ou 10-9 m) são observada nesses microscópios.

Uma organela muito observada pelos pesquisadores são os cloroplastos. Eles são organelas que contém clorofila exclusivamente no citoplasma de células vegetais, e são responsáveis pela fotossíntese.

Tenho certeza que você lembra ou já ouviu falar nessa organela. Você já viu um cloroplasto de verdade ao invés de um desenho esquemático?



Nesta foto temos um cloroplasto de tabaco (Nicotiana tabacum Bel W3) com amido (grânulos grandes cinza) e plastoglobulos (grânulos menores preto).


Breve descrição - "O cloroplasto típico apresenta formato discóide, com diâmetro de 3 a 10 um. As membranas do envoltório têm 5 a 7,5 nm de espessura e são separadas pelo espaço intermembranas (10 nm). O estroma é atravessado por um elaborado sistema de membranas, os tilacóides, que se dispõem como sacos achatados. Os tilacóides, em alguns pontos, arranjam-se como uma pilha de moedas, formando a estrutura denominada grânulo, ou granum. Ao conjunto destas estruturas dá-se o nome de grânulos, ou grana (plural em latim de granum). Todo o conjunto forma uma verdadeira rede. As membranas dos tilacóides contêm pigmentos fotossintetizantes, transportadores de elétrons e o complexo ATP-sintase, sendo, portanto, a sede das reações fotoquímicas responsáveis pela captação e transformação da energia luminosa em energia química. Foto do meu acervo, parte da minha tese de doutorado defendida em 2009.

Fonte: Appezzato-da-Gloria & Carmello-Guerreiro 2006. Anatomia vegetal, UFV.

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